Um relacionamento de amor com o Pai no deixa livres para servir aos outros!
(Parte 5)
Quando como igreja ou pessoas optamos pelo poder e controle, negamos automaticamente a liberdade e o amor. É isto que vemos acontecer com freqüência não apenas no mundo religioso, mas também no familiar e relacional.
Nossas inseguranças que trazemos do passado e que não são tratadas conduzem-nos inevitavelmente à busca de caminhos que nos asseguram o mínimo de aceitação que necessitamos para sobreviver.
Redescobrir o Pai é encontrar a liberdade para subir ao Calvário. É somente neste encontro de amor com o Pai que o Filho torna-se capaz de sofrer todas as violências físicas, morais e espirituais que a cruz lhe impôs. O mundo virou-lhe as costas, inclusive o próprio Pai por um momento o abandona, mas mesmo assim ele termina sua agonia dizendo:
“Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lucas 23.46)
A serenidade e o equilíbrio demonstrados aqui por Jesus, foi possível porque ele estava seguro de ser amado e aceito pelo Pai! Ele sabia que o Pai era por ele! O apóstolo Paulo ao refletir sobre os sofrimentos que muitas vezes afligem os filhos de Deus nesta vida – acusações, tribulações, angústias, perseguições, fome, nudez, perigos, espada – escreveu:
“Que diremos, pois, diante destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31)
Não será a insegurança de ser amado e aceito pelo Pai, a razão porque a menor tribução e angústia, desequilibra a maioria dos cristãos hoje, levando-os ao desespero? Deixo que você mesmo responda...
Zé Carlos